quinta-feira, 7 de dezembro de 2017
quarta-feira, 6 de dezembro de 2017
Visita de estudo (29-11-2017)
No dia 29 do passado novembro - no âmbito da disciplina “História de Tomar” - lecionada pela professora e Coordenadora da UST Rosário Sousa, foi efetuada mais uma visita, para dar oportunidade aos restantes alunos que, não puderam ir no dia 26 de outubro, mais precisamente, ao Cromeleque dos Almendres e ao Menir dos Almendres na freguesia de Nossa Senhora de Guadalupe-Évora, ao Centro Interpretativo da Gruta do Escoural, com uma exposição permanente e ao Centro Interpretativo do Castelo de Montemor-o-Novo.Vigorou o programa igual ao anterior.
O almoço incidiu no mesmo restaurante com uma vista privilegiada, ladeado pela Ermida de Nossa Senhora da Visitação.
Correu tudo bem.
Bem hajam!
O almoço incidiu no mesmo restaurante com uma vista privilegiada, ladeado pela Ermida de Nossa Senhora da Visitação.
Correu tudo bem.
Bem hajam!
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
Visita à Anta do Vale da Laje (23-11-2017)
No âmbito da disciplina "História de Tomar", lecionada pela professora e Coordenadora da UST, Rosário Sousa, a turma foi à Anta do Vale da Laje que, chegada ao local, sentiu-se "transportada" até à época do Neolítico.
Trata-se do mais conhecido e importante monumento megalítico do Médio Tejo.
A Anta é um monumento construído há mais de 6.000 anos, na bacia do rio Zêzere, pelos primeiros pastores e agricultores que, vindos da margem esquerda do Tejo, chegaram a esse rio depois de atravessarem os territórios de Mação e Abrantes. A anta revelou, nas anteriores escavações, ter tido pelo menos três momentos de ocupação. No primeiro, foi construído um recinto poligonal (câmara), delimitado por cinco grandes lajes verticais com mais de 2,5 metros de altura (esteios), ao qual se acedia por um corredor curto e mais baixo. Este monumento funerário estava rodeado por um círculo de lajes deitadas, e foi coberto por um monte de terra (mamoa, ou tumulus).
Alguns séculos mais tarde, há cerca de 5.000 anos, esta mamoa foi reforçada com pedras, e foram adicionados um muro ao longo da mamoa, intervalado por pequenas lajes verticais (estelas) e seixos do rio, e outras estruturas. Desta altura datam a maior parte dos vestígios associados a sepulturas, em cerâmica e diversos materiais de pedra (sílex, quartzito, gneiss, anfibolite, xisto).
Ao longo de quase três mil anos, foram ali enterrados cerca de noventa corpos, os quais eram acompanhados de vasos, machados, facas, flechas, placas de xisto e outros objetos em pedra, cerâmica, osso e madeira.
Estes objectos podem ser vistos no Centro de Pré-História do Instituto Politécnico de Tomar e no Centro de Interpretação de Arqueologia do Alto Ribatejo (CIAAR), em Vila Nova da Barquinha.
Estes objectos podem ser vistos no Centro de Pré-História do Instituto Politécnico de Tomar e no Centro de Interpretação de Arqueologia do Alto Ribatejo (CIAAR), em Vila Nova da Barquinha.
Bem hajam!
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