segunda-feira, 11 de julho de 2011

Saber envelhecer

The_Persistence_of_Memory(Imagem retirada da net) 

Por tudo o que temos vivido à nossa volta, nem sempre o tempo biológico corresponde ao tempo do relógio, pois somos nós que condicionamos o nosso próprio tempo e cada um de nós é diferente do outro.
É certo que factores externos, como o tipo de trabalho, doença ou outros, têm que ver com a nossa maneira de envelhecer,contudo, é o nosso cérebro que comanda as nossas acções, as nossas tomadas de decisão e, ele se mantiver activo, não só protege o envelhecimento do corpo, como também controla o tempo do seu envelhecimento intelectual.
Se, depois de reformado, ficar sentado à espera de ver o tempo passar e não viver, todas as nossas capacidades vão enferrujando, sejam as intelectuais, sejam as físicas, pois umas interagem com as outras, agravando-se contínua e mutuamente.
Então, o caminho é este que vamos seguindo: assistir a aulas (nunca é tarde para aprender), fazer exercício físico e participar em outras actividades, contactar com os outro, não se isolando nunca.
Só assim podemos ir contrariando o relógio do nosso tempo.
         Hercília C.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

MISSÃO CUMPRIDA

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Após 6 meses de intenso trabalho, graças à excelente união existente na Comissão de Alunos, chegámos ao fim da nossa missão.

Não podemos deixar de agradecer mais uma vez à Câmara Municipal de Tomar, a todos os colegas que nos apoiaram e muito em especial, aos nossos professores, que desde o primeiro dia estiveram sempre ao nosso lado.

O nosso reconhecimento especial vai para a professora Aurora e para o marido, professor Arlindo, pois foram eles que compuseram a música do  Hino da nossa U.S.T.

Ao professor Manuel Nunes Ferreira agradecemos a sua disponibilidade e ajuda preciosa, pois foi ele que nos ajudou a concretizar o projecto referente à Festa dos Tabuleiros.

Uma palavra de agradecimento à funcionária Sara, que sempre esteve disponível para nos atender.

A todos os colegas desejamos boas férias e até ao próximo ano lectivo.

A Comissão de Alunos

terça-feira, 28 de junho de 2011

VISITA À RUTIS

 

No dia 27 de Junho do corrente ano, a Comissão de alunos desta UST deslocou-se à sede nacional da RUTIS em Almeirim, a fim de visitar as instalações da mesma e na sequência do convite que lhe tinha sido dirigido pelo seu Presidente, Dr. Luís Jacob.

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A RUTIS encontra-se agora em excelentes instalações, num prédio de r/c e 1º. Andar, tendo a Comissão sido bastante bem recebida.

Ainda durante esta visita foram ofertadas 35 obras para a Biblioteca da nossa UST, o que agradecemos em nome de todos.

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Foi também proposto pelo Sr. Presidente da RUTIS, que o grupo de teatro da UST integrasse no próximo ano com um dos seus espectáculos ( em conjunto com a Escola  Santa Maria do Olival), as comemorações do Ano Internacional do Envelhecimento Activo e Intergeracional que se vão realizar no nosso País.

Dado a Comissão já ter abordado a professora de teatro Ana de Carvalho, e a mesma se mostrar receptiva, foi aceite mais este desafio, sendo em breve remetido ao Gabinete de Educação o respectivo protocolo.

domingo, 26 de junho de 2011

Reflexão para férias

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UMA AUDIÊNCIA COM O PRÓPRIO EU

Um amigo muito querido andava atarefadíssimo. Atendia, no mínimo, umas trinta pessoas por dia e acabava, é claro, não atendendo bem a ninguém.

Tratava, durante o dia, de uns quinze ou vinte negócios diferentes. Deslocava-se através de uns cinco lugares. Além de rede interna de telefone, tinha na mesa de trabalho três telefones externos, sendo que, não raro, os três chamavam ao mesmo tempo…

Telefonei a ele, pedindo uma audiência. Precisava de um encontro. Ele marcou imediatamente. Expliquei que não era para mim. Perguntou-me para quem era e levou um enorme susto quando eu disse: o encontro é de você com você!

Pensou, ao princípio, que eu estivesse brincando. Assustou-se quando eu disse: Você não sente. Mas esta correria sua esconde, sem você notar, um medo de encontra-se consigo mesmo…

Sabem que isto de medo de encontrar-se consigo mesmo é mais comum do que a gente imagina? Mesmo quem vai fazer retiro facilmente se embebe com as meditações do pregador ou com trechos de um livro esplêndido que levou para ler…

Cadê coragem para contemplar a própria vida; ver, por dentro, o coração; sentir de perto os pensamentos, os anseios, os sonhos, o rumo geral da caminhada? …

Tenho vis pessoas que parecem dinâmicas, decididas, fortes, sabendo pensar, sabendo querer, mas, na hora de pensar em si, de olhar até ao íntimo do íntimo, mil pretextos surgem, mal escondendo o meio pavor ou o pavor e meio de olhar de cheio o próprio eu …

Note-se que não alimento, de modo algum, que se gaste tempo excessivo em virar e revirar o próprio eu…

Mas entre o exagero de gastar horas, dias, meses, anos em total virada interior e o exagero de fugir de um encontro consigo, nem vacilo me desejar que, ao menos, umas tantas vezes na vida, haja audiência com o seu próprio eu.

Quando notar que anda mais que enchendo, atravancando a vida; quando perceber que o seu dia é atropelo, correria sem vagar para nada e para ninguém; quando as vinte e quatro horas não bastarem e andar precisando de mais doze suplementares¸ quando se surpreender irritadiço, meio eléctrico, dando choque, soltando faísca, trate com urgência de marcar um bom encontro consigo! É mais do que tempo! É mais do que hora!

D. Helder Câmara

Saudações académicas e votos de boas férias para todos!
António M. de Carvalho

quinta-feira, 23 de junho de 2011

VIAGEM A INGLATERRA E ESCÓCIA

 

Inglaterra 2 228 (Grupo da UST)

Como é sabido, realizou-se uma viagem de oito dias ao Reino Unido (U.K.) visitando-se a Inglaterra e a Escócia, que é governado por um sistema parlamentar com a sede do governo em Londres, sua capital, e é uma monarquia constitucional, sendo chefe de Estado a rainha Isabel II.

No primeiro dia fizemos uma visita panorâmica à capital e no segundo dia, com mapas na mão, partimos à descoberta da cidade, onde destacamos o palácio de Buckingham, a abadia de Westminster, o Big-Ben, a catedral de S. Paulo, a Torre de Londres que foi antiga prisão e agora transformada em museu, o Royal Albert Hall, os famosos armazéns Harrods ( tudo caríssimo para as nossas bolsas) o Parlamento e outros monumentos mais. Aqui experimentámos os táxis e os famosos autocarros vermelhos.

Inglaterra 1 118( Palácio de Buckingham)

Inglaterra 1 147 (Big-Ben)

 

No dia seguinte foi a vez de Oxford, cidade conhecida pela sua prestigiada e antiga Universidade, a que se seguiu a pequena e linda cidade de Strafford-Upon-Avon, onde nasceu o famoso dramaturgo William Shakespeare, autor, entre outros da peça “Romeu e Julieta” e com um mercado pequeno, mas muito colorido e organizado. Dia após dia, fomos visitando York, com um riquíssimo legado histórico e Durham, cidade medieval dominada pela Catedral e Castelo. No quinto dia visitámos Edimburgo capital da Escócia, o seu castelo construído sobre um vulcão extinto, sendo a arquitectura da cidade de características vitorianas (século XIX). À noite, fomos contemplados com um típico jantar escocês e apreciámos um show folclórico celta, já que a sua origem advém daquele povo tão conhecido da nossa história, já que aqui também permaneceram.

Inglaterra 1 165(Universidade de Oxford)

Na manhã do sexto dia partimos para Stirling, onde visitámos o seu castelo, famoso pelas batalhas travadas entre escoceses e ingleses. Continuámos para Glasgow, com enprmes mansões em pedra arenosa, uma bela catedral gótica, a Universidade e outros belíssimos monumentos. Fizemos um cruzeiro no Lago Windermere, o mais longo da Inglaterra com grandes mansões a espreitar de entre o verde das suas margens.

Inglaterra 2 028 (Castelo de Stirling)

Finalmente visitámos Liverpool, cidade dos Beatles, prosseguindo-se a viagem para Manschester, onde embarcámos de retorno a Portugal.

A temperatura oscilou entre 6 e 14 graus, pelo que tivemos de levar agasalhos, impermeáveis e guarda chuvas, mas tudo correu bem, com uma guia muito competente e rigorosa, lamentando, apenas, o facto de dois dos nossos companheiros não terem podido partir, pois foram vítimas dos “amigos do alheio” no aeroporto de Lisboa. Lembrávamo-nos frequentemente do nosso sol, do nosso clima, já que por lá o sol aparece pouco e há muita humidade. Não se pode ter tudo… E agora … até uma próxima viagem.

Maria Hercília Carvalho

Carnaval 2020